A Bayer orienta o cotonicultor em todas as etapas da cultura, com soluções que combinam sementes, biotecnologia e proteção de cultivos para o manejo das lavouras

A partir de junho, tem início a colheita do algodão em Mato Grosso e na Bahia, dois dos maiores produtores da cultura no país. Na safra 2025/26, a previsão é de que a produção brasileira de algodão em pluma alcance 3,97 milhões de toneladas. Em Mato Grosso, a estimativa é de 2,75 milhões de toneladas e, na Bahia, de 0,83 milhão de toneladas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Mato Grosso, de modo geral, as chuvas foram adequadas ao bom desempenho do algodoeiro. Contudo, na região Sudeste, a cultura de segunda safra enfrenta desafios operacionais decorrentes do excesso de umidade, com registros de replantios pontuais. A continuidade das chuvas tem dificultado a entrada de maquinário em campo, comprometendo o manejo fitossanitário preventivo. Assim, permanece elevado o estado de alerta para pragas, como o bicudo-do-algodão, no estado.

Já na Bahia, ainda de acordo com a Conab, as precipitações foram volumosas, regulares e bem distribuídas, com ocorrência pontual de chuvas mais intensas, porém sem causar prejuízos às lavouras. A disponibilidade hídrica adequada no solo tem favorecido o desenvolvimento da cultura. As condições climáticas permanecem favoráveis e as lavouras apresentam bom desenvolvimento, sem prejuízos expressivos causados por pragas e doenças. Ainda assim, os produtores seguem atentos à infestação de mosca-branca e de bicudo-do-algodão.

Segundo o diretor executivo de Algodão da Bayer, Fernando Prudente, com o avanço da colheita nesses estados e o início do planejamento da próxima safra, o manejo integrado é fundamental para a manutenção da produtividade e da qualidade da fibra. “A Bayer orienta o cotonicultor em todas as etapas do ciclo, com soluções que combinam sementes, biotecnologia e proteção de cultivos para o manejo das lavouras. Na colheita, nosso foco está em apoiar a desfolha e a maturação mais uniformes, contribuindo para a eficiência da operação e para a preservação da qualidade da pluma”, pontua.

Entre os produtos para a etapa da colheita estão: o Dropp Ultra, desfolhante utilizado para acelerar a queda das folhas ainda verdes, evitando que sequem na planta e prejudiquem a pluma, resultando em uma fibra mais limpa e de melhor qualidade; e o Finish, maturador que auxilia na abertura uniforme dos capulhos e na padronização do momento de entrada das colheitadeiras.

O período pós-colheita é essencial para o controle preventivo de pragas, especialmente do bicudo-do-algodão. Nesse momento, práticas como a destruição de soqueiras e o cumprimento do vazio sanitário se tornam fundamentais para reduzir a pressão do inseto no ciclo seguinte e apoiar um início de safra mais seguro.

Para complementar essas práticas no campo, a Bayer conta com soluções de manejo fitossanitário voltadas ao controle de nematoides, doenças e pragas, entre elas o bicudo. Sobre o manejo de plantas daninhas para as próximas safras, a companhia lançará dois herbicidas no ciclo 2026/27: o Mateno,que atua na pré-emergência para o controle do caruru e do pé-de-galinha, que impactam a cultura, e o XtendiMax 2, nova geração à base de dicamba, desenvolvida para reduzir riscos de volatilidade e deriva, contribuindo para um controle mais eficiente de invasoras como buva e caruru, recomendado tanto em manejo de dessecação quanto em pós-emergência.

A biotecnologia Bollgard 3 XtendFlex, presente em variedades de sementes como a Deltapine, integra esse manejo ao oferecer proteção contra as principais lagartas da cultura. Outra vantagem é que a tecnologia amplia a flexibilidade no controle de plantas daninhas e pode ser utilizada em diferentes ambientes produtivos, tanto em áreas de primeira quanto de segunda safra. Além da tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, a biotecnologia B3XF é a única no mercado que oferece ao agricultor o manejo com o herbicida Xtendimax2, tanto em pré-emergência como em pós-emergência da cultura.

“A cotonicultura exige planejamento contínuo e decisões técnicas ao longo de todo o ciclo produtivo. O manejo integrado, aliado à escolha adequada de variedades e tecnologias, é indispensável para enfrentar desafios relacionados a pragas, doenças e plantas daninhas, além de contribuir para a produtividade e a qualidade da fibra”, afirma o diretor executivo de Algodão da Bayer.

Além da produtividade, o algodão desempenha um papel relevante nas discussões sobre sustentabilidade. Segundo dados do setor, mais de 90% da produção nacional é cultivada em regime de sequeiro, ou seja, depende da água da chuva, enquanto a irrigação é adotada em algumas regiões. Esse modelo contribui para a eficiência no uso dos recursos hídricos na produção de fibra no país. Ferramentas como a plataforma PRO Carbono da Bayer permitem identificar as emissões de CO₂ nas lavouras e orientar ajustes de manejo para reduzi-las, respeitando as particularidades regionais e apoiando decisões mais eficientes ao longo da cadeia produtiva.

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que desenvolve soluções inovadoras para enfrentar alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e de agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de agricultura, farmacêutico e de saúde do consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade.

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