Femagri – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas, organizada pela cooperativa cafeeira, oferecerá aos cooperados a operação Barter, em que o café se transforma em moeda de troca; Evento acontece de 20 a 22 de março, em Guaxupé

A utilização do café como moeda de troca na compra de máquinas, implementos e insumos agrícolas tem se tornado uma alternativa cada vez mais observada pelos produtores cooperados da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé durante suas negociações com a Cooxupé. Este cenário deve se repetir na 23ª Femagri, feira de negócios que receberá mais de 30 mil visitantes compradores, de 20 a 22 de março, em Guaxupé/MG.

A organização da Femagri afirma que as famílias cafeicultoras estão cada vez mais atentas às relações de troca das sacas do café, por encontrarem mais segurança nesta modalidade de negociação.

“O cooperado da Cooxupé tem observado atentamente este tipo de negociação, pois essa modalidade não o deixa exposto às variações do café e, ainda, permite travar seus custos em maquinários e insumos, tecnologias extremamente importantes para que alcance sustentabilidade e maior produtividade nas lavouras”, explica o presidente da cooperativa, Carlos Augusto Rodrigues de Melo.

 

O que o cafeicultor encontrará na Femagri? – Em uma área de 107 mil metros quadrados, a feira reunirá mais de 120 expositores e mais de 12 mil produtos, englobando novidades tecnológicas em maquinários, insumos e implementos agrícolas para cafeicultores com produções cafeeiras de pequeno a grande porte.

Dentre as tecnologias que devem ser procuradas pelos produtores cooperados está o lançamento de um trator que oferece, dentre os diferenciais, melhor eficiência operacional e redução no consumo de combustível. Outro destaque é um pulverizador autopropelido, cuja função aplica de forma adequada e específica os defensivos agrícolas no alvo danificado e atingido pela praga nas lavouras.

Para quem busca soluções para agricultura de precisão, as tecnologias como GPS agrícola – fundamental para o acesso a dados geográficos mais precisos e para orientações estratégicas nas operações agrícolas – e o piloto automático acoplado em tratores, colheitadeiras e outras máquinas agrícolas – permitindo ao veículo ser guiado automaticamente por um GPS, sem a interferência do operador – devem ser analisadas pelos cafeicultores na Femagri.

Os drones também são destaques por oferecerem aos produtores de café a possibilidade de definição de áreas de interesse, o levantamento da topografia do terreno, planejamento para o escoamento da água da chuva, geração de um mapa de saúde da vegetação, além da realização de amostragem de solo otimizada, do gerenciamento estratégico do plantio, entre outros benefícios.

“A agricultura de precisão busca acompanhar o processo de maneira precisa, coletando e analisando as informações através de tecnologias que facilitam a tomada de decisão pelos produtores rurais, proporcionando maior controle sobre todo o processo produtivo e contribuindo para uma produção eficiente, lucrativa e sustentável”, aponta o supervisor de Mercado de Máquinas da Cooxupé, Douglas Ferreira.

A Femagri é aberta ao público com credenciamento gratuito realizado na recepção do evento, a partir das 08h até 18h. A abertura oficial da feira acontece no dia 20 de março, às 10 horas, em frente ao Espaço Cooxupé. O endereço é: avenida Vereador Nelson Elias, no bairro Japy, em Guaxupé, Sul de Minas Gerais.

Fundada em 1932 como cooperativa agrícola de crédito e transformada na Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé no ano de 1957, quando iniciou as atividades de recebimento, processamento e comercialização de café, a Cooxupé faz parte da história da cafeicultura brasileira e avança a passos largos, fazendo com que o seu café verde vá muito além da fronteira nacional. A sede da cooperativa está instalada no município mineiro em Guaxupé, onde também está situado o Complexo Industrial Japy. Hoje, com mais de 60 anos de atividades voltados para o café e 90 anos dedicados ao cooperativismo, a Cooxupé é referência na cafeicultura brasileira e reconhecida mundialmente como uma empresa de credibilidade na comercialização de café de qualidade tipo arábica. A cooperativa mantém investimentos permanentes para a modernização de sua estrutura que, atualmente, inclui armazenagem para mais de 6 milhões de sacas de café; laboratórios de controle de qualidade e análise de folha e solo; Centro próprio de Distribuição e cinco unidades industriais responsáveis, incluindo o Complexo Industrial Japy, empreendimento inovador que revolucionou a logística da cadeia produtiva do café e que conferiu à Cooxupé o pioneirismo da granelização. Atualmente, os cooperados entregam seus cafés a granel, benefício que trouxe mais competitividade, economia e qualidade de vida dentro e fora das lavouras.

Phábrica de Ideias