Com um cenário promissor para a próxima safra, o produtor deve estar atento às doenças que atacam às lavouras para não ter prejuízos durante o ciclo de desenvolvimento da cultura

Às vésperas do início do plantio da soja, as expectativas estão elevadas para a safra 2020/2021. Com exportações em alta, o Brasil deve atingir um novo recorde da produção do cultivo, colhendo mais de 278 milhões de toneladas de grãos – um aumento de 8% em relação ao último ciclo, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para o pesquisador Eder Moreira, da Fitolab Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola, mesmo neste cenário promissor, o sojicultor deve estar atento ao manejo das doenças foliares já no início do ciclo, “estes fungos, chamados de necrotróficos, estão presentes em restos e sobras da safra anterior, podendo resistir após à colheita e atuar como fonte de inóculo para o ano seguinte”, reforça.

Neste contexto, entre as maiores preocupações do produtor, as manchas têm ganhado relevância nos primeiros 35 dias após a emergência, dentre elas a septoriose ( Septoria glycines) macha alvo (Corynespora cassiicola) , antracnose (Colletotrichum truncatum) e Crestamento de Cercospora (Cercospora kikuchii) “Normalmente, estas infecções ocorrem enquanto as linhas estão abertas e as incidências iniciam após o fechamento da entrelinha, devido à formação de um microclima favorável ao desenvolvimento do fungo. No entanto, isso não é regra, podendo ocorrer antecipadamente, dependendo no sistema produção (algodão, crotalaria, milho) e, também, da sensibilidade da cultivar”, comenta o pesquisador.

Para Moreira, o posicionamento assertivo de fungicidas tem sido fundamental para prevenir os danos nos momentos mais sensíveis da cultura, “recomenda-se realizar a primeira aplicação no fechamento de linhas (15 cm para o total fechamento). Neste período é possível proteger as folhas do baixeiro, local onde ocorrem as infecções e início do processo das doenças. Esta fase é responsável por mais de 60% do enchimento dos grãos, quando comparado com a porção superior da planta, na qual representa apenas 40% do enchimento – mesmo com a limitação fotossintética e o menor tempo para granar”, comenta o especialista.

Ainda segundo Eder, as manchas apresentam maior capacidade de danos, porque acometem a planta desde a fase inicial até o final. “Quando não controladas nos momentos certos do ciclo, podem reduzir a produtividade de 5 a 15 sacas por hectare, conforme dados levantados na safra 19/20”, reforça. No Cerrado, por exemplo, onde se concentra a maior parte da produção nacional da oleaginosa, o destaque é para a mancha alvo, que tem causado perdas significativas.

A doença apresenta os primeiros sintomas por pequenas manchas circulares, com halo amarelado e um ponto negro no centro. A evolução do fungo pode ser rápida, induzindo à desfolha prematura do baixeiro, consequentemente afetando o peso dos grãos. “Os fatores determinantes para o manejo da mancha alvo: 1. Sistemas produtivo (palhada), 2.sensibilidade da cultivar , 3. Momento das aplicações e 4. uso de produtos eficientes associados ao multissítios”, completa Eder.

 

Melhor opção para o controle de doenças – Pensando no desafio que é fazer o controle de doenças, a Bayer desenvolveu o fungicida Fox®Xpro. O fungicida possui formulação tripla, incluindo o ingrediente ativo Bixafem, a nova carboxamida exclusiva da empresa. A fórmula atua nas diferentes fases do ciclo de vida do fungo e proporciona sanidade às plantas, o que se transformar em melhores resultados ao final da safra.

Segundo Cecília Melo, gerente de lançamento de produtos da Bayer, “na última safra, acompanhamos de perto 3.610 áreas assistidas, o que representa 21% da soja cultivada no Brasil. A cada quatro áreas analisadas, três tiveram maior produtividade com o uso do Fox®Xpro. Sendo que em 45% destas áreas, verificou-se o incremento de duas até quatro sacas por hectare e, uma média geral aproximada, de incremento de três sacas a mais. Isto porque a consistência dos resultados de Fox®Xpro é impressionante, tivemos este resultado médio não só nas áreas comerciais, mas também em protocolos contratados e estudos de instituições reconhecidas. Nossa recomendação é começar com o produto nas primeiras aplicações, protegendo este terço médio inferior tão importante para a rentabilidade do produtor ao final da safra”, finaliza.

A Bayer é uma organização global com competências centrais nas áreas de saúde e nutrição. Seus produtos e serviços são projetados para beneficiar a população, apoiando os esforços para superar os principais desafios apresentados por uma população global em crescimento e que está envelhecendo. Ao mesmo tempo, o Grupo tem como objetivo aumentar sua rentabilidade e criar valor através da inovação e do crescimento. A Bayer está comprometida com os princípios de desenvolvimento sustentável, e a marca Bayer representa confiança, credibilidade e qualidade em todo o mundo. No ano fiscal de 2019, o Grupo empregava cerca de 104.000 pessoas e suas vendas atingiram 43,5 bilhões de euros. As despesas de capital totalizaram 2,9 bilhões de euros, e os custos com P&D chegaram a 5,3 bilhões de euros.

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